5 Pilares
Apresentam e organizam objetivos educativos.
O Brasil avançou significativamente nesse campo. Políticas públicas, documentos curriculares, materiais didáticos, produção acadêmica e iniciativas desenvolvidas por educadores e instituições de ensino demonstram um movimento crescente de consolidação da Educação Financeira. Ainda assim, permanece o desafio de ampliar seus resultados formativos na escola.
Apresentam e organizam objetivos educativos.
Facilitam o entendimento das relações práticas.
Demonstram e orientam o planejamento didático.
Estrutura do livro: Ao longo de doze capítulos, agrupados em três partes, em 213 páginas, o autor constrói os fundamentos da proposta e estabelece diálogos com diversas outras áreas do conhecimento, chegando ao contexto educacional brasileiro e ao papel do professor. No apêndice, matrizes relacionais articulam os referenciais desenvolvidos na obra e ampliam suas possibilidades de aplicação prática.
Ao fim desta primeira parte, o leitor terá em mãos a arquitetura conceitual básica sobre a qual o restante do livro se assenta: a hierarquia entre Finanças Pessoais, Educação Financeira e Pedagogia Financeira; a tese de que a Pedagogia Financeira é ramo legítimo da Pedagogia; e a compreensão de que ela se realiza pela articulação de três planos — objeto, sistema e sujeito — em torno da prática educativa concreta.
Ao fim desta segunda parte, o leitor dispõe do repertório teórico completo sobre o qual a Pedagogia Financeira se sustenta. Fundamentos filosóficos, pedagógicos, psicológicos e interdisciplinares, articulados em conjunto, formam a base a partir da qual a próxima parte — dedicada à Pedagogia Financeira em ação — desdobra o campo em sua realização prática.
Ao fim desta terceira parte, o leitor terá em mãos não apenas a arquitetura conceitual e os fundamentos teóricos da Pedagogia Financeira, mas também as coordenadas para operar sobre ela — como didática, como política pública, como formação docente, como agenda de pesquisa. É este conjunto que o livro se compromete a oferecer.
Uma obra desta natureza precisa oferecer ao profissional da educação, um dispositivo de consulta que permita entrar no livro pelo seu próprio perfil de atuação e sair com orientação aplicável. O Sistema Matricial oferece portas de entrada por perfil de atuação, e uma orientação sintética por célula que o leitor pode consultar sem reler o livro inteiro. É a peça que transforma o livro, de referência teórica, em referência operável.
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